NOSSA HISTÓRIA

Em 2008 o Senhor despertou o Pr. Anézio Massuia a pesquisar e se envolver com a realidade da nação sudanesa. E, em fevereiro de 2009, Massuia juntamente com uma importante liderança missionária do Brasil,  foram pela primeira vez ao Sudão espiar a terra. Chegando à fronteira da nação puderam conhecer a dura realidade do Campo de Kakuma com milhares de refugiados, assolados pela  fome e cujos rostos retratam a vitimização da violência e abandono, resultantes dos muitos anos de guerra. 

Puderam também conhecer a Tribo Toposa, formada por cerca de 1,5 de pessoas, que vivem na fronteira entre Etiopia e Sudão, que igualmente sofrem por não terem acesso a água, e quase nenhuma comida.
 

Visitaram crianças órfãs em Torit, cujos os sorrisos nos rostos e a alegria de viver, escondem uma história de antiga dor e sofrimento. Onde a educação é de difícil acesso e, até mesmo a escola pública é paga. 

Pastor Anézio percorreu a região por 40 dias, onde realizou a triagem do obreiro Antoni para trabalhar com a tribo Toposa.  Em agosto do mesmo ano, o pastor retornou ao Sudão e se alegrou muito em ver que o pastoreio do obreiro Antoni já havia gerado 60 pessoas ao Senhor. 

Um novo lar...

Neste mesmo período o Trabalho no Sudão prosperou e três casas de acolhimento foram iniciadas. Abrigando crianças órfãs e carentes. Porém, mais uma vez, os conflitos constantes da região voltaram a se instaurar. E, com isso, no final de 2010 e início de 2011, quase todos os trabalhos de instituições e casas de acolhimento fecharam. Mas, a esperança não acabara ali... 

No mesmo ano, devido ao grande número de crianças abandonadas pelas ruas, o governo local incentivou às famílias sudanesas a abrigarem os milhares de órfãos da nação.  Neste tempo Pr. Anezio conheceu Martir e sua esposa Grace, obreiros nativos que já haviam acolhido em sua casa três crianças e ansiavam alcançar outras mais. Iniciou-se um período de oração para então, ir avante. Dois anos depois, o que eram 3, se tornou, uma casa com 13 crianças. 


A guerra outra vez...

Dia 15 de dezembro de 2013 um novo conflito estoura no Sudão, a guerra civil mais uma vez retorna com força total, tornando insustentável a assistência às crianças, pois corriam grande risco, dado a falta de segurança. Os combates já estavam se aproximando das casas e também não havia estrutura para acolher tantas crianças. O que parecia o fim, na verdade seria apenas o começo de uma estratégia do Senhor dos pequeninos. 

Em janeiro de 2014 o pastor compreendeu que a melhor forma de assistência a essas crianças neste período tão difícil, seria o investimento na educação de tempo integral, com o sistema de internato. Em que as crianças receberiam alimentação, educação e dormitório. Foi quando o pastor conheceu a Escola Éden, localizada em Kôbôkô, na Uganda. E a primeira criança, Dorcas, foi enviada e matriculada. Estudo em Tempo Integral.

No ano seguinte foi lançado o grande desafio de levar as 13 crianças que antes residiam nas casas, para também serem assistidas na Escola Éden. Em uma nação em guerra, toda travessia se torna perigosa. A ida dessas crianças para Koboko foi um verdadeiro milagre e agir de Deus. O Senhor as  trouxe em segurança e todas puderam desfrutar de uma nova esperança. Graças ao apoio da Igreja Esmirna, e dos fieis companheiros Dr. Marcelo, Josias e igrejas parceiras. 

Em 2016, mais seis crianças foram alcançadas e matriculadas. E, em 2018 não foi diferente, mais oito crianças igualmente tiveram suas vidas restauradas, totalizando em 27 crianças tiradas das ruas.  Dessas, 17 dormem na escola e passam os finais de semana na casa do Pr. Martir e, as outras 10 menores voltam diariamente para a casa do Pastor Martir. Nos alegramos em saber que nossas crianças tem se destacado em suas classes, muitas delas tem alcançado o primeiro lugar na sua faixa etária.

Como tudo começou...

RESGATANDO VIDAS NOS CAMPOS DE DOR

Através deste site angariamos fundos e promovemos iniciativas para atender os pequeninos do Sudão. Agimos para aumentar a conscientização sobre alguns dos problemas mais graves que as comunidades cristãs negligenciam em nossos dias: A prática das obras do Senhor como seus discípulos e imitadores.

Junte-se a nós e apoie nossos esforços em fazer uma diferença significativa na vida dos que sofrem numa nação distante e sem perspectivas naturais.

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